| No passado dia 27 de Fevereiro, o nosso grupo deslocou-se até à primeira praça do país para iniciar a sua temporada e não podíamos ter começado melhor, a ajudar uma enorme e nobre causa.
A fundação L.Vida é uma fundação sem fins lucrativos, que tem em vista a promoção do desenvolvimento social e humano, ajudando ao combate à pobreza absoluta em Moçambique. Por causas como estas, o Grupo de Montemor está sempre disposto a ajudar.
Agradecemos à empresa do Campo Pequeno e à Helena Ribeiro Telles por querer contar connosco neste dia tão especial. Da nossa parte, para além da prestação dentro de praça, tentámos divulgar a iniciativa, pedindo que nos acompanhassem de forma a ajudar no sucesso da corrida. Penso que foi conseguido!
Quanto à corrida, por se tratar de um festival e de tão nobre causa, aceitámos pegar com três grupos, o que só acontece em casos excecionais.
O cartel era composto por António Ribeiro Telles, Manuel Telles Bastos e João Ribeiro Telles a cavalo e ainda pelos matadores Vítor Mendes, Finito de Córdoba, Juan del Álamo e pelo novilheiro Diogo Peseiro. Os novilhos/toiros pertenciam a diversas ganaderias: David Ribeiro Telles, Murteira Grave, Luís Rocha, Paulo Caetano, Cannas Vigouroux e Calejo Pires.
No que diz respeito às pegas, dividímos cartel com os dois enormes grupos de Santarém e Vila Franca de Xira.
O único novilho/toiro que pegámos pertencia à ganaderia Cannas Vigouroux, saiu bem e não parecia ter dificuldades de maior. Para pegar na primeira praça do país normalmente não pegam todos os forcados, pegam aqueles que mais confiança dão ao cabo e aqueles que melhor fase atravessam. Neste caso e apesar de ser um novilho, na cabeça do cabo estava um forcado com este perfil.
Em boa hora o forcado escolhido foi o Luís Valério: citou com muita calma, mandou no toiro mas, este por ser muito lento, dificultou o momento de reunião, onde a vontade do Luís foi enorme. O Valério demonstrou mais uma vez que o cabo pode subir um furinho esta época, está pronto para entrar na primeira linha.
PELO GRUPO DE MONTEMOR,
VENHA VINHO!
VENHA VINHO!
VENHA VINHO!
Frederico Caldeira. |